sexta-feira, 1 de julho de 2016

Crianças em uma tarde em Wargemont

Então...estava tentando pesquisar sobre a tela da forma que está escrito na caixa da grow e nada de aparecer a imagem ou qualquer informação sobre a arte...então descubro que o nome verdadeiro desta pintura não é o que a Grow colocou =(. 

Crianças em uma tarde em Wargemont - Renoir, Pierre-Auguste (1884)


Técnica: Óleo sobre tela | Dimensões (em cm): 85 x 59 | Local de exposição: Galeria Nacional, Berlim, Alemanha



A arte de Pierre Auguste Renoir’s (1841 – 1919) celebra os prazeres temporais da vida, o “momento atual” de sua época, muito mais do que outros artistas impressionistas. Preferindo pintar seus amigos e amantes, seus retratos habilidosos de suas expressões faciais sinceras e posturas corporais mostram o espírito jovem e charme íntimo que passavam a sensação de um Éden de prazeres terrestres. Sua representação de cores luminosas, pinceladas habilidosas variadas, variações entre luz e cor trabalharam juntas para criar uma sensualidade íntima que o transformou em um dos líderes do movimento impressionista.

MUSEU DE ARTE DE SÃO PAULO - Assis Chateaubriand (MASP)

Achei legal a ideia e resolvi utilizar meu espaço de escrever para divulgar conhecimento sobre os quebra cabeças que faço.
O Primeiro, adquiri em uma feira de trocas, amor a primeira vista, e assim, começa a vida de montar qcs. Representa um pedaço importante de minha cidade! Marco de cartões postais e um excelente lugar para se passear!


O Museu de Arte de São Paulo é um museu privado sem fins lucrativos, fundado pelo empre­sário brasileiro Assis Chateaubriand, em 1947, tornando-se o primeiro museu moderno no país. 

Chateaubriand convidou o crítico e marchand italiano Pietro Maria Bardi para dirigir o MASP, função que ele exerceu por cerca de 45 anos. As primeiras obras de arte do MASP foram selecionadas por Bardi e adquiridas por doações da sociedade local, formando o mais importante acervo de arte europeia do Hemisfério Sul. Hoje, a coleção do MASP reúne mais de 8 mil obras, incluindo pinturas, esculturas, objetos, fotografias e vestuário de diversos períodos, abrangendo a produção europeia, africana, asiática e das Américas. Além da exposição permanente de seu acervo, o MASP realiza uma intensa programação de exposições temporárias, cursos, palestras, apresentações de música, dança e teatro.

Primeiramente instalado na rua 7 de Abril, no centro da cidade, em 1968 o museu foi transferido para a atual sede na avenida Paulista, arrojado projeto de Lina Bo Bardi, que se tornou um marco na história da arquitetura do século 20. Com base no uso do vidro e do concreto, Lina Bo Bardi criou uma arquitetura de superfícies ásperas e sem acabamentos luxuosos que contempla leveza, transparência e suspensão. A esplanada sob o edifício, conhecida por “vão livre”, foi pensada como uma praça para uso da população. A radicalidade da arquiteta também se faz presente nos icônicos cavaletes de cristal, criados para expor a coleção no segundo andar do edifício. Ao retirar as obras das paredes, os cavaletes questionam o tradicional modelo de museu europeu. No MASP, o espaço amplo e livre, com expografia suspensa transparente, permite ao público um convívio mais próximo com o acervo, onde os visitantes escolhem seus caminhos e traçam suas histórias.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Odisseia em Sampa

E tudo estava correndo normal como todas as quintas feitas. Dna Nádia me deu carona até o metrô e eu ia para minha aula de flauta....
Chegando no metrô Santa Cruz percebo um aglomerado de gente na porta do Shopping, algo anormal está acontecendo...Então descubro que o metrô está fechado...porque teve qualquer pane na linha azul...então é aquele momento que bate um certo desespero...Depois em seguida começa pensar alternativas possíveis para conseguir chegar em casa...Bom se não tem metrô vamos tentar ir de ônibus...então pego um bus que desça a Pedro de Toledo e vou até a 23 de maio....até que essa parte do percurso tava ligth e eu me animei...e então olho para o ponto onde meu ônibus passa...e nova muvuca...maaaaar de gente...logo descubro que todas as pessoas que estão ali tem o mesmo destino que eu....momento de desespero novamente...tá e o primiero bus passa,,,,e não para...e isso se repete por 6 vezes...a galara só aumentando....e eu ja tinha lido todas as mensagens do Watsapp, terminado o livro, comido bolacha, e eu lá no ponto....e apesar da galera ao meu redor....a temperatura foi caindo, até que eu ja tava batendo dentes...resolvo pegar outro bus e voltar para o shopping, pelo menos é mais quentinho lá.
No caminho vou pensando pra quem posso ligar pra ir me buscar...mãe não está em casa e não atenderia o tel....penso em meu pai....bom ele nem iria se dar ao trabalho de ir...prefiro não arriscar chamar...e ouvir um não dá....então acho que vou esperar até a hora que mãe chega em casa e pedir para vir...porém o metrô ta andando lento, mas ta liberado...decido que é o jeito...e vamos que vamos...resumindo cheguei em casa exausta qse 11h da noite.,,e obviamente a aula de flauta ficou perdida em alguma hora que eu ainda estava esperando o bus....
São Paulo é uma cidade linda, mas extremamente propicia para muita aventura....nervos de aço para desafiar Sampa todo dia....

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Pecinhas pra cá, pecinhas prá lá, pecinhas pra tudo quanto é lado =p

Faz quase um ano que comecei a encaixar pecinhas, embora desde que me lembro por gente desejei ter quebra cabeças para montar...mas não havia espaço para eles.
Então em uma feira de trocas (tá estou sempre metida nos escambos =p), achei um quebra cabeça do MASP, troquei um livro por ele e voltei radiante pra casa. Depois dele não consigo mais parar, e aos poucos as pecinhas vão se tornando parte do que sou, e delimitando meu espaço.
Numa conversa totalmente filosófica e um tanto interessante com a Cláudia (minha psico), me fez gostar ainda mais das minhas pecinhas tão queridas.
A ideia é de que um quebra cabeça recém aberto é só o caos de pecinhas e nada se visualiza, depois a cada pecinha, minha própria imagem vai se formando, se organizando, delimitando meu próprio espaço, físico e emocional. Montar quebra cabeça é um estilo de vida, uma forma de encarar a vida.
Ainda nesse tema, penso seguindo a mesma linha sobre o que desejo para mim, e acima de qualquer coisa desejo ser livre, pensar por minha conta, e seguir o que está em meu coração...e então esta pode ser a explicação por não gostar de colar minhas pecinhas..talvez elas devam ser sempre livres como desejo ser...
Além de toda essa releitura sobre mim mesma, descubro que através de algo que me faz extremamente bem, ganho sem fazer esforço o que considero mais precioso que tudo neste mundo: Amigos. Amigos estes que de repente passam a fazer parte dos meus dias, dividindo mais do que uma paixão por quebra cabeças, e desejando que esses novos amigos sempre estejam bem e pertinho, e querendo que eles simplesmente saibam o quanto de coisas boas que trazem pra minha vida. 
Me sinto feliz com essa nova vida que começa, com novas descobertas de um mundo cheio de cores, formatos e complexidades.

domingo, 26 de abril de 2015

Aventura rumo ao Jockey

Há muito tempo atrás, parei de escrever e deixar o que penso registrado por motivos diversos, porém, recentemente decidi retomar esta atividade...O post original que tinha imaginado para a reestréia teria outro tema, mas ficará mais para o futuro...pois as vezes acontece tanta coisa no mesmo dia que se torna uma epopeia épica...rsrsrs
Uma semana atrás estava tudo acertado que iria ao Jockey de carro, porém ontem os planos tomaram rumos diversos. Se eu realmente tivesse ido dirigindo, teria chegado no horário previsto, mas não teria tanta história para contar...
O dia começou muito cedo. 4h da manhã meu celular desperta, e pulo ligeiro da cama, (algo que não acontece durante a semana que também acordo hiper cedo...) e a ansiedade já está muito alta, me arrumo ligeiro e vou tentar sair de casa e sei lá porque, a fechadura da porta enguiça, e não consigo tirar a chave...lá vou eu chamar a minha mãe pra trancar a porta por dentro...Tá finalmente saio e vou para o ponto de bus esperar o 1º busin...que demora, mas finalmente chega...este ônibus é uma linha circular...mas entrei e peguei o tablet para ler, como era muito cedo, e sem transito algum, andei muito rápido e nem me dei conta de onde estava, quando olho pela janela, o businho já tinha ido e voltado e eu nem percebi, estava quase em casa novamente =(, levantei no susto e fui pegar outro ônibus para novamente ir a Santana.
Finalmente adentro o metrô e desço na Luz como eu havia planejado...e então percebo que todas as passagens estão interditadas...fico alguns minutos pensando em como fazer...então retorno ao metrô pra fazer um percurso muito maior...ir até a Paraíso, pegar linha verde, ir até a Consolação, pegar linha amarela (que pretendia pegar na Luz direto) e descer em Pinheiros como planejado.
Retornando ao metrô da linha azul, que era onde eu tava, tem uma senhora, sentada, que não tem nada de dentes na boca e que parece muito muito simples, que começa a me perguntar as estações:
Mulher: Qual a próxima estação?
Eu: São Bento
Mulher: Qual a próxima estação?
Eu: Sé
Mulher: Nossa quantas falta para chegar a Luz?
Eu: A Luz era a antes da São Bento, onde eu entrei no metrô
Mulher: E agora como faço?
Eu: Desce aqui e pega o metrô de volta sentido Tucuruvi..(Ela ficou me olhando com cara de quem não vai saber dizer Tucuruvi uma segunda vez, disse para ela perguntar para um segurança assim que descesse que eles a ajudariam....ela pegou minha mão, beijou, e saiu...)
Chegando na Consolação, um carinha estava na passagem entre uma linha e outra, com um braço no alto, com um celular gravando, e gritando: Que absurdo, alguém aqui tinha sido informado que a linha amarela na Luz não estava funcionando hoje? Mais alguém ia pra lá?...Alguns malucos responderam ao chamado, e ficaram criando desordem por lá...passei ligeiro por eles e continuei meu caminho...
Finalmente chegando em Pinheiros que era meu destino de metrô, vou procurar o bus que eu tinha anotado que me levaria até perto do Jockey e descubro que ele é linha noturna e que não ia conseguir pega-lo....tá respira...segundos de reflexão...pergunto pra o fiscal qual outro ônibus devo tomar, e então ele me indica um outro, que ainda bem que o cobrador foi gentil e me disse onde descer, porque ele para no meio da marginal Pinheiros, sem referencia alguma....Sai da marginal e tratar de achar o Jockey....E finalmente achei!!!
Agora missão 2: Achar a Bia ( que era o objetivo dessa aventura toda), para conhece-la ao vivo =). O marido dela foi lá participar de uma corrida totalmente maluca, e que eu gostaria de participar um dia se eu arrumar algum tempo para treinos....Bia fez um ratinho lindo pra mim =), que ganhou nome de Bravus, que é o nome da corrida =).
Muita lama por toda parte, depois povo se lavando com água de mangueira e muitos tênis deixados pra trás. Amei tudo, e conhecer Bia principalmente =).Faria tuuudo outra vez =). 
Ônibus do pessoal partiu de volta para Araraquara e eu voltar pra casa....
Missão 3: descobrir como voltar...pergunto pro carinha do posto de gasolina onde pego bus para algum metrô, ele me explica, ando um pouquinho, pego o bus, que quando vou dar sinal para descer, não aparece "parada solicitada", e como não sabia que não tava funcionando, tava apertando o botão, para ver se acendia...motorista fica bravo e diz que já sabe que é pra parar...tá dessa vez saio rindo, porque to me sentindo feliz, e não tava me importando muito com mau humor alheio...
Ufa...
E pra quem não tá acostumado com a linhas de metrô de Sampa vou deixar um mapinha para que possam entender minha publicação =)

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O que é a vida?

A tristeza e a felicidade são os ventos
Os pensamentos são as pontas das montanhas, que se
erguem como ilhas
A vida de uma pessoa é o seu veleiro.

Uma pessoa em harmonia
É aquela que sabe usar os ventos
como força para se impulsionar,
usar as ilhas para o seu descanso na sua jornada,
apreciar o balanço das ondas, como elas devem ser,
E ao final da jornada,
abrir um sorriso e dizer: a viagem valeu!

Uma pessoa em desarmonia
É aquela que sempre transforma os ventos numa tempestade,
Que ignora as ilhas, e as vêem como
obstáculos as suas jornadas,
Que acha que as ondas só podem estar no topo,
Que no fim da jornada apenas conta quantas vezes as ondas
desceram e quantas vezes o barco virou. "(Chao Lung Wen)

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uma pergunta postada por uma amiga, da pergunta o poema e minha resposta ao questionamento:

uma confusão, que a gente n planeja, mas acontece, que movimenta o coração, que faz rir e chorar
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Uma pergunta simples que se encaixa a todo meu pensamento atual, ao meu conflito...quero apenas que seja uma vida cheia de ilhas...umas diferentes das outras para que cada uma possa trazer novos conhecimentos e sabedorias. 

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Ame


"Não ame pela beleza,
pois um dia ela acaba;
Não ame por admiração,
pois um dia você se decepciona;
Não ame por dinheiro,
por que um dia ele também acaba...

ame apenas...

pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação!"


(Madre Tereza de Caucutá)

E este pequeno trecho traduz o que faz sentido pra mim, amar incondicionalmente, trás vida, rompe barreiras, supera obstáculos, supera conflitos, por que simplesmente o amor é a estrada certa que conduz a vida.
Dedico este post ao amor que move minha vida, que impulsiona e me faz crescer.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

cena do cotidiano...

no bus...
dialogo:
motorista: cê viu que agora n tem mais dvd, que tem blue ray...é a mesma coisa mas ta escrito diferente
cobrador: hãn?
motorista:  dvds agora são blue ray. Só mudou o nome ou é algo mais sofisticado?
cobrador: hãn? ...ah!....é....os blue ray são com blutooth
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sabe o fantástico mundo de bob?
imaginei um disquinho de dvd ou cd ou mesmo blue ray...com um botão..."procurando dispositivo..."
 dai vc aperta
 e aparece na tv
em alta definição sem colocar o disquinho em lugar nenhum
 fica segurando ele
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E depois fiquei pensando se a cena era triste ou engraçada...Não sei se a tecnologia avança tão velozmente e as pessoas não conseguem absorver toda a informação que vai chegando, e por outro lado será que toda essa alta tecnologia é mesmo indispensável a vida? Será que menos tecnologia e mais compreensão e amor não seria preferível? Mais respeito com o próximo? Menos destruição da natureza?
Também tem outro lado...e então vejo mais triste ainda, por que existe muita coisa e pouca informação, pouca valorização do estudo e do aprimoramento de si mesmo, as pessoas param e acham que contentar com pequenas migalhas de pão e um pouquinho de circo é suficiente. Quando o melhor pra todos seria incentivar a educação, o aperfeiçoamento contínuo, para termos um pais mais organizado e um povo menos sofrido...

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Um dia você aprende… – Willian Shakespeare


Um dia você aprende… – Willian Shakespeare

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança ou proximidade. E começa aprender que beijos não são contratos, tampouco promessas de amor eterno. Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos radiantes, com a graça de um adulto – e não com a tristeza de uma criança. E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, pois o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, ao passo que o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol pode queimar se ficarmos expostos a ele durante muito tempo. E aprende que não importa o quanto você se importe: algumas pessoas simplesmente não se importam… E aceita que não importa o quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e, por isto, você precisa estar sempre disposto a pedoá-la.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la; e que você, em um instante, pode fazer coisas das quais se arrependerá para o resto da vida. Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e que, de fato, os bons e verdadeiros amigos foram a nossa própria família que nos permitiu conhecer. Aprende que não temos que mudar de amigos: se compreendermos que os amigos mudam (assim como você), perceberá que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou até coisa alguma, tendo, assim mesmo, bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito cedo, ou muito depressa. Por isso, sempre devemos deixar as pessoas que verdadeiramente amamos com palavras brandas, amorosas, pois cada instante que passa carrega a possibilidade de ser a última vez que as veremos; aprende que as circunstâncias e os ambientes possuem influência sobre nós, mas somente nós somos responsáveis por nós mesmos; começa a compreender que não se deve comparar-se com os outros, mas com o melhor que se pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se deseja tornar, e que o tempo é curto. Aprende que não importa até o ponto onde já chegamos, mas para onde estamos, de fato, indo – mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar servirá.
Aprende que: ou você controla seus atos e temperamento, ou acabará escravo de si mesmo, pois eles acabarão por controlá-lo; e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa o quão delicada ou frágil seja uma situação, sempre existem dois lados a serem considerados, ou analisados.
Aprende que heróis são pessoas que foram suficientemente corajosas para fazer o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências de seus atos. Aprende que paciência requer muita persistência e prática. Descobre que, algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, poderá ser uma das poucas que o ajudará a levantar-se. (…) Aprende que não importa em quantos pedaços o seu coração foi partido: simplesmente o mundo não irá parar para que você possa consertá-lo. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar atrás. Portanto, plante você mesmo seu jardim e decore sua alma – ao invés de esperar eternamente que alguém lhe traga flores. E você aprende que, realmente, tudo pode suportar; que realmente é forte e que pode ir muito mais longe – mesmo após ter pensado não ser capaz. E que realmente a vida tem seu valor, e, você, o seu próprio e inquestionável valor perante a vida.


Willian Shakespeare

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Arte no metrô

Hoje cedo, quando estava indo trabalhar, vi que haviam colocado algumas telas feitas com colagens na entrada do metrô Jardim São Paulo...Achei os trabalhos muito bem feitos e cheio de vida, parei para olhar, mesmo que rapidamente, pois eu tinha hora pra ir...acabei me retendo mais minutos do que previra.
No final um cartaz explicando a exposição...Quadros feitos por pessoas deficientes físicas que vivem em uma situação muito alta de exclusão social, em uma instituição...
Depois disso fui pensando durante o caminho, pensando que pessoas que vivem em situações tão críticas são capazes de enxergar a alegria e transformar em arte, arte bem feita e cheia de vida, de festa...e então descubro que por muito menos dizemos que o mundo perde o brilho...De certa forma fez bem para minha alma parar os 5 minutos que fiquei antes de embarcar, apreciando a manifestação da vida, e decidindo que quero viver, ser feliz e alegre como o que senti vendo aquelas imagens...a Vida é bonita e simples a gente só precisa complicar menos, amar mais, respeitar e entender mais.